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Guia Lista Ações EPG

O que é

O Engineering Process Group (EPG) — Grupo de Processo de Engenharia — é uma equipe dedicada à garantia da conformidade e à padronização dos processos internos da Almaviva Solutions. Sua atuação também inclui o papel de órgão regulador interno, com base nos padrões do Capability Maturity Model Integration (CMMI), no qual a empresa atualmente possui nível 3 de maturidade em desenvolvimento de software e processos. Além disso, o grupo funciona como um colegiado aberto a contribuições, estando disponível para receber sugestões de melhorias voltadas à evolução contínua dos processos institucionais.

Objetivo

Lista de itens / assuntos para verificação do EPG e inclusão de atividades no Plano de Melhoria.

Analisar sempre que criar/modificar processos

  • Definição ou revisão dos templates obrigatórios pelo processo;
  • Definição ou revisão de fluxos de processos;
  • Definição ou revisão de guias e materiais de suporte (técnicos, operacionais);
  • Verificação de impacto no processo de auditoria do QA nos projetos e nos processos organizacionais;
  • Atualização dos checklists de QA;
  • Revisão dos planos de gerência de configuração do (organizacional e de projetos);
  • Atualização dos checklists de Configuração (organizacional e de projetos);
  • Atualização dos guias de customização;
  • Verificação do impacto em medições;
  • Definição ou revisão das políticas;
  • Verificação do impacto nos papéis definidos;
  • Verificação de impacto no processo de TO;
  • Verificação do impacto nos ambientes padrão e nas estruturas de equipes de trabalho.

Possíveis fontes para melhorias

  • Estratégias organizacionais;
  • Diagnósticos do processo (DPA, Avaliações oficiais);
  • Resultados da Qualidade;
  • Auditorias de Configuração;
  • Medições de processo e produto;
  • Alterações do modelo;
  • Análises críticas citadas no item do plano do EPG/Cronograma;
  • Resultados do processo de medição e análise;
  • Resultados das análises de causa raiz - RACR;
  • Lições aprendidas;
  • Sugestões da organização em solicitações de melhoria ou mudanças (SM’s);
  • Benchmarking.

Itens do plano EPG/Cronograma

Item Comentário Periodicidade
Emissão do Plano de Melhoria Emitir o planejamento da manutenção do processo da organização, com riscos, recursos, premissas, metas, etc. 1x/ano
Planejamento das reuniões de EPG Verificar se no cronograma estão previstas as reuniões periódicas, com o escopo de cada uma, e alocar outras, conforme necessidade. Não é necessário o planejamento inicial de todo o período. Início do plano e ao longo do projeto
Não esquecer que devem estar explícitos os principais marcos com diretoria.
Acompanhamento do Plano de Melhoria Verificação do status da execução das atividades, das pendências levantadas da última reunião e dos riscos (atuais ou novos) Em todas as reuniões do EPG
Registrar no repositório do EPG os tópicos discutidos. Não esquecer de registrar as decisões tomadas e suas causas e impactos estimados, assim como as fontes de informação utilizadas e as pendências, quando pertinentes.
Verificar a necessidade de atualização do Plano de Melhoria de acordo com novas diretrizes ou como consequência de replanejamento.
Coleta e análise de medições relacionadas ao EPG.
Tratamento de SM Registo e análise de solicitações: aceitas (planejadas), rejeitadas (com motivo), postergadas (com motivo e data de reavaliação). Ao longo do projeto
Verificação do repositório de processos e projetos Verificar se os repositórios (EPG, projetos, métricas, de grupos e áreas, QA, etc.) estão consistentes e são mantidos. Pode ser utilizado os resultados de QA. 1x/ano
Revisão das tabelas e métodos de estimativas (tamanho esforço e custo) Verificação dos resultados reais dos projetos e de suas estimativas, para analisar necessidade de alteração dos dados históricos. 2x/ano
A análise e alteração devem ser aprovadas formalmente pelo EPG.
Não esquecer das informações que servem de base para as estimativas (justificativas).
Verificação da adequação do processo aos objetivos organizacionais. Verificar se houve alteração nos objetivos da empresa e se os procedimentos definidos continuam alinhados. Necessidade de alteração nos ciclos de vida. 1x/ano
Análise do ciclo de vida de projetos. Verificar se houve alteração nos objetivos da empresa e se as métricas e indicadores definidos continuam alinhados Ao longo do projeto
Análise da Base de Medições: Analisar resultados de medições e indicadores abaixo Verificar os resultados dos indicadores de projetos, de processo, de grupos e áreas e propor alterações, quando necessário. 2x/ano
– Processo e projetos Verificar se os indicadores obrigatórios atuais estão conforme necessidade.
– Grupos e áreas Verificar se é necessária a definição de novos indicadores, medidas ou automatização de coletas.
Lembrar que alterações em medidas e métricas podem requerer a atualização de processos e templates.
Gerência de Riscos: Manutenção da lista de fontes de riscos Verificar as fontes de riscos documentadas nos projetos e analisar se é necessário atualizar artefatos e templates de riscos no portal 2x/ano
Análise de resultados de DAR Verificação, nos repositórios de projetos, dos registros de DARs encerradas nos projetos durante o período, a análise de sua eficácia e justificativas, buscando identificar pontos de melhoria no processo. 1x/ano
Revisão dos resultados dos processos de VERIFICAÇÃO e VALIDAÇÃO Realizar a análise dos resultados das atividades de VER e VAL nos projetos, para identificar melhorias e tendências. 2x/ano
Avaliação dos objetivos da gestão de RH Realizar análise junto com os responsáveis por admissão e treinamento para identificar possíveis desvios ou melhorias 1x/ano
Analisar os resultados de efetividade dos treinamentos e de desempenho dos funcionários
Utilizar os indicadores de desempenho
Revisão do Processo Padrão Verificar a conformidade do processo aos requisitos dos modelos e padrões aplicáveis. 1x/ano
Verificar a conformidade do processo às necessidades da empresa.
Identificar pontos fortes e fracos para análise de necessidade de melhorias.
Se houver grandes alterações, pode ser necessária uma periodicidade menor.
Verificação das ferramentas utilizadas para automatização de atividades Verificar se estão atingindo os objetivos especificados e se são necessárias atualizações ou alterações. 2x/ano
Verificar necessidades de novas automatizações.
Análises Críticas do EPG Realizar a reunião de análise crítica das atividades e resultados do EPG com a gerência sênior. 2x/ano
Apresentar resultados de cada processo e analisar junto com a gerência sênior a adequação às necessidades da empresa, definição de novas metas, verificação de necessidade de alterações, ferramentas, treinamento, relação custo x benefício. Registrar a análise realizada em cada processo
Utilizar os indicadores definidos.
Análises Críticas do QA Realizar análise crítica das atividades e resultados do QA (em projetos e processo) entre a Gerência da Qualidade e EPG (verificar necessidade da participação da alta direção) 4x/ano
Verificar também os indicadores da qualidade, oportunidades de melhoria no processo, sugestões obtidas em entrevistas, NCs, etc….
Não esquecer as auditorias organizacionais.
Verificação da aderência do processo de QA Verificar se foram planejadas as auditorias independentes do processo de QA, para verificar se processo está sendo corretamente utilizado. 2x/ano
Realizar análise crítica após a divulgação dos resultados
Verificação dos ambientes padrões / infraestrutura padrão Rever infraestrutura atual e necessidades de projetos e áreas para determinar se existem melhorias a serem realizadas. 1x/ano
Verificar se houve alteração de papeis / ferramentas/ responsabilidades que afetem a infraestrutura padrão.
Verificar necessidade de auditoria oficial para manter “certificação” Se os objetivos da empresa envolvem certificações no processo de desenvolvimento de software devem ser previstas atividades e recursos. 1x/ano